6 dicas financeiras para aplicar ainda este ano

Estamos oficialmente na virada do semestre. E como todo ciclo que se encerra, podemos fazer uma pequena retrospectiva. Como foi o seu primeiro semestre de 2022?

Quais metas alcançou? Quais realizações pessoais te deram mais orgulho? Conseguiu realizar alguns dos sonhos que tinha planejado para o ano? Teve alguma conquista inesperada?

É muito importante parar e observar nossa trajetória de tempos em tempos. E uma vez por ano é muito pouco! Por isso, nós incentivamos todos a recapitular suas metas e planejamentos a cada virada de semestre. E é provável que você descubra que fez muito mais do que imaginava! 

Ou, pode ser que você perceba que os planos de janeiro já não fazem mais sentido agora. Talvez suas circunstâncias tenham mudado, ou você sinta que dá para sonhar ainda mais alto! 

Então vamos às dicas práticas para organizar a vida financeira. Afinal, 2022 ainda tem 6 meses pela frente – tempo suficiente para você transformar ou dar um gás nas suas finanças! 

Dica 1 – Avalie seu momento

Antes de começar qualquer planejamento, é importante avaliar o seu momento atual. Minha renda sofreu alterações? Comprei algum bem recentemente que preciso quitar? Quais dívidas eu tenho no momento e quanto preciso para quitá-las? Minha situação familiar mudou (casamento, filhos, troca de casa, etc)? Qualquer coisa que possa ter um impacto em suas finanças, ou mesmo nas suas prioridades, precisa ser considerado. Tire um tempinho para pensar e vamos para a próxima dica!

Dica 2 – Deixe o pessimismo na gaveta

Talvez você tenha ido resgatar seus propósitos para 2022 na gaveta, no celular ou em qualquer outro lugar e relembrou quais eram suas metas. Se bateu um certo desânimo por ainda estar um pouco longe do objetivo, calma. Mesmo quando erramos estamos aprendendo lições valiosas. Então sabe aquele pessimismo que diz que é melhor deixar quieto e que suas finanças não tem jeito? Deixa ele na gaveta.

Dica 3 – Planejamento financeiro

Se só de ouvir o termo “planejamento financeiro” você pensa em planilhas enormes e complexas – ou mesmo aquelas telas de gráficos infinitos da bolsa de valores – temos boas notícias. É muito mais simples do que imagina!

Para começar, você só precisa anotar todos os seus gastos. Isso mesmo. Tudo que sai, e tudo que entra. Pode usar um papel, aplicativo no celular ou até a planilha mesmo, se você for amante dos gráficos.

Anote consistentemente por pelo menos 1 mês. E depois identifique os gastos que são fixos (ex: aluguel, contas, plano de saúde, etc) e os que são variáveis (roupas, lazer, etc).

Por último: analise suas entradas e saídas. Identifique o que pode ser enxugado (ou reduzido) e, se possível nesse momento, a quantia que pode ser separada para metas futuras e reserva de emergência.

Dica 4 – Priorize as dívidas

Mesmo pequenas dívidas podem se tornar bolas de neve com o tempo. Identifique todas e calcule o quanto precisaria para quitá-las de uma vez. Se você ainda não tem esse valor no seu fluxo de renda, priorize as dívidas com maiores taxas de juros.

Você pode sempre pedir para negociar a dívida e tentar condições melhores de pagamento. Considere também a possibilidade do Crédito Consignado. Os juros são bem menores e muitas vezes dá para trocar a dívida existente por outra mais leve. É o caso do Crédito Consignado Wiipo, por exemplo. Você pode solicitar ele como benefício ao RH da sua empresa, veja aqui como.

Dica 5 – Guarde dinheiro

Assim que for possível, crie o hábito de juntar dinheiro. Pode começar até com R$10. Separe o valor definido antes mesmo de pagar as contas e deixe lá. Se preferir, crie uma conta sem anuidade para essa reserva e vá alimentando consistentemente. De tempos em tempos, tenha como objetivo aumentar o valor mensal.

O dinheiro será a sua reserva de emergência. Afinal, nunca sabemos quando pode acontecer algum imprevisto. Mas sabemos que passar por um perrengue e ainda depender dos outros é duas vezes pior.

E quanto guardar? Especialistas recomendam ter o suficiente para pagar de 3 a 6 meses de despesas fixas. Para começar, qualquer quantia ajuda, claro. Mas essa é uma boa meta financeira para se ter: chegar a 6 (ou mais) meses de reserva garantia.

Dica 6 – Trace objetivos

Aqui entram seus sonhos e suas metas de realização. Mas não estamos falando de coisas fantasiosas, tipo ser milionário até dezembro (a não ser que você tenha a sorte de ganhar na loteria, claro). 

Pense em sonhos e objetivos a curto (1 ano), médio (5 a 10 anos) e longo prazo (20 anos ou mais). Pode ser difícil pensar no longo prazo, por isso comece com os mais próximos. Pergunte-se: tenho algum projeto pessoal para o próximo ano? Quero fazer uma viagem, curso, intercâmbio ou outra experiência significativa para mim? Sonho em ter um carro, moto ou outro bem útil? Tenho planos de casar ou ter um filho em breve?

O objetivo não é encontrar modos de gastar o dinheiro, mas encontrar realizações que são importantes para você, e que vão te motivar a economizar para alcançá-las! Assim você fica cada vez mais confiante financeiramente e pode começar a pensar no longo prazo.

E aí, gostou das dicas? Dá para colocar em prática a partir de hoje e terminar o ano com uma nova perspectiva financeira. E quem sabe o que o Novo Semestre te reserva! Nós desejamos que sejam 6 meses de muitas conquistas e muita paz financeira.